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PRINCÍPIOS DE ACÇÃO
Progressivamente, temos consolidado um conjunto de princípios na abordagem à arquitectura e ao design que valorizamos nos nossos projectos.
Estes podem ser consideradas como as orientações para a nossa prática e investigação.

I. Desenhar edifícios e objectos para durar
Acreditamos que os edifícios devem ser sólidos e duráveis. A inovação é feita após a compreensão da história e através da preservação da tradição e da memória e os edifícios que suportam a acção do tempo são aquelas que determinam a identidade de um lugar. A arquitectura deve suportar o desgaste normal da vida quotidiana. Além disso, e dado que a Terra dispõe de recursos escassos, as coisas que duram são uma resposta ecológica ao desperdício em geral, com o objectivo de evitar a demolição ou a reparação prematura mas permitindo a readaptação a médio prazo.

II. Reduzir excepções, respeitar as convenções
Na paisagem urbana ou rural, acreditamos que o espectáculo formal gerado por construções visualmente dramáticas só pode ser justificável pela excepção de um estatuto cívico notável ou um programa inovador. Se são convencionais, nós preferimos que os edifícios se liguem suavemente com o tecido urbano e valorizem o existente.

III. Discriminar o uso da tecnologia
O Arquitecto ocupa uma posição preponderante e de acrescida responsabilidade que deve buscar um entendimento holístico da prática do Homem primeiramente enquanto ser biológico e social.
Ampliando o espectro dos materiais de construção é possível conceber novas composições mais potenciadoras, que respondem activamente a novas necessidades e consciências. Por outro lado, há materiais e aplicações inovadoras que podem ser valiosos – não necessariamente “high-tech” – desde que previamente testados e equilibradamente combinados.

IV. Incorporar ideias de outros técnicos, artistas e colaboradores.
Nenhum arquitecto trabalha sozinho. Historicamente, arte, arquitectura e técnica são disciplinas que se complementam. Trabalhar com outros artistas pode trazer novas e poderosas perspectivas para arquitectura, e vice-versa.

V. Menos pode ser mais.
Desde que não produza coisas banais.

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GUIDELINES OF ACTION
Over the years, we have consolidated a set of principles in the architectural and design approach that we value in our projects.
These can be considered as the guidelines for our practice and investigation.

I. Design buildings and objects to last
We believe buildings and objects should be solid and durable. Innovation is made after the understanding of history through the preservation of tradition and memory and the buildings that withstand time are the ones that determine the identity of a place. Architecture should bear the normal wearing of everyday life. Moreover, and given that the Earth has scarce resources, things that last are an ecological response to the waste in general aiming to avoid extemporaneous demolishing but allowing mid-term refurbishing.

II. Reduce exceptions, respect conventions
We prefer that buildings blend gently in the urban fabric and value the existing.

III. Discriminate the use of technology
The architect plays a large role, with privileged and increased responsibility that should seek a holistic understanding of the practice of man firstly as a biological and social being.
Extending the range of raw materials, it is possible to design new compositions more open and potential, responding actively to new needs and consciences. On the other hand, there are new materials and innovative applications that can be valuable – not necessarily high-tech – given that these are previously tested and carefully balanced.

IV. Incorporate ideas from other technicians, artists and contributors.
No architect works on his own. Historically, art, architecture and technic are disciplines that complement each other. Working with other artists can bring powerful new insights to architecture, and vice-versa.

V. Less can be more
As far as it doesn’t become “bore”.


based on as followed by PROMONTÓRIO architects

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